quarta-feira, 16 de abril de 2014

AQUECIMENTO GLOBAL





AQUECIMENTO GLOBAL:
O desafio das gerações é logo a agora não podemos deixar para o depois.

Srs,
A verdade é que energia elétrica extraída de fontes como petróleo, carvão mineral e o xisto contribuem para o aquecimento global sabemos nós que a matriz energética correta e que se alinha a desenvolvimento e conceitos de sustentabilidade é a energia elétrica gerada de fontes renováveis: Sol, Água, Ventos, Mares e biomassas.

Li no novo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), link acima colado a figura divulgado domingo último 13/04/2014   -  que:" afirma que a emissão de gases do efeito estufa cresceu em níveis sem precedentes nos últimos anos. Ainda assim, segundo o texto, é possível limitar o aquecimento global em até 2 graus Celsius até 2100 — desde que a ação dos países seja rápida. A demora, segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), pode fazer com que no futuro seja necessário extrair gases de efeito estufa do ar. O estudo foi formulado por 235 autores e 38 revisores de 57 países, além de 180 especialistas, que foram informações adicionais ao texto. Mais de 800 cientistas revisaram rascunhos e enviaram comentários."

No meu entendimento aqui no Brasil nesse imenso continente que vivemos pela nossa riqueza de biodiversidade e abundâncias durante o ano todo de sol, água, ventos, mares e biomassas eu pessoalmente estou convencido que a nossa matriz energética que nos adequa a nossa natureza, são possibilidades de  gerar energia elétrica a partir de dessas nossas fontes renováveis de energia.
Reafirmo: Eu não tenho mais dúvida disso.

Aqui no nordeste principalmente no Ceará somos abençoados pelo sol o ano todo para geração de energia nas usinas solares, ventos de boa qualidade para geração energia nos parques eólicos, acrescente-se perspectivas da retirada de energia elétrica do mar, visualizo que no futuro que a matriz enérgica a partir do carvão mineral que se estabeleceu no nosso estado tenderá a extinguirem-se e se forem ativadas serão em casos extremos e de forma emergencial. E não estou dizendo que se acabar hoje com a geração de energia a partir do carvão, pois, sou também consciente em esclarecer que nesse momento ela está nos acudindo e entendo que seja esse seu papel fundamental só nesses casos em razão desse período de seca que passamos. 

Minha posição é fundamentada no conhecimento de geração de energia que tem como fonte básicas fósseis como carvão mineral, óleo e gás natural,  lembrando que a combustão desses fósseis estão associados produção dos poluentes: SO2, NO2, CO2, NO, CO e particulados que são expelidos para natureza e também  é preciso dizer e confirmar que esses poluentes citados são prejudiciais a saúde humana causando doenças respiratórias e também causam impactos ao ecosistema, pois, dependendo de suas concentrações na atmosfera podem provocar chuva acidas, até contaminar a água e o solo e essa é a verdade, cabe a nós como técnicos desse assunto esclarecer que associados a esses processos de combustão desses fósseis citados foram também desenvolvidas tecnologias para reter esses poluentes minimizando seus efeitos como cito:
1. Queimadores especiais de carvão mineral de baixo teor de NOx. Neste de queimador a mistura ar carvão é efetuada de forma controlada resultando numa liberação de calor menos intensa que a verificada num queimador de mistura turbulenta.  E sabendo-se que as reações que dão origem ao NOx térmico só tem lugar a temperaturas superiores a 1450/1450ºC esta situação favorece a existência de uma chama mais fria e portanto uma menor emissão de NOx termico.

2. Utilização de tecnologias OFA -  Over Fire Air e, ou BOFA - Booster Over Fire Air onde é injetado ar sobre a zona de combustão dos queimadores onde se completa a combustão e baixa o teor de carbono nas cinzas.

3. Filtros especiais conhecidos como os filtros mangas no tratamento da fumaça onde trabalham na retenção dos fumos onde grande parte do material sólido e retido no tecido filtrante e uma só pequena parcela consegue passar pelo tecido e sai com os gases. O teor de pó que sai sai é < 50mg/Nm3.

4. Sistema catalizadores tipo SCR método de redução da quantidade de óxidos de azoto NO e NO2 da combustão de fósseis.

5. E o FGD sistema que atua no controle do SO2. Sabe-se que as empresas geradoras de energia podem optar a partir da combustão do carvão em processo de FGD húmido onde a lama de calcário é utilizada para neutralizar o SO2 forma o gesso como subproduto com bom retorno financeiro e a remoção do SO2 pode alcançar a eficiência superior a 98% e já o processo FGD Semi-seco onde uma lama de cal [hidróxido de cal] é injetada no gás de processo para reagir e remover o SO2 e a mistura de sulfito e sulfato de cálcio é formado como subproduto sendo que a remoção de SO2 deste processo pode atingir os 95%.

Esses sistemas que combate a poluição desses fósseis citei primeiro com posição pessoal que acredito de  que tem um  profissional em multiplicar seus conhecimentos alinhando informações e em esclarecimentos aos leigos de produção de energia a partir de fósseis e em atenção a meus colegas também conhecedores e que  trabalham no segmento de geração de energia elétrica.
Como aprendi recentemente em uma das empresas que dei consultoria com um seus gestores que em situações que se via aperreado ia logo dizendo a frase "uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa" digo eu agora como cearense  e conhecedor desse paraíso ecológico da Caucaia - São Gonçalo e vizinhanças onde se estabelece nosso polo metalomecânico, que trouxe as termelétricas a carvão, a óleo, a gás, as siderúrgicas já estão chegando e tantas empresas com certeza se estabelecerão ali,  então, "uma coisa é que são muito bem vindos a outra é que devamos ficar atentos a não "encaralhararem" aquele belo paraíso natural de fumos preto a Deus dará considerando-se que não valerá a pena em nenhum canto do planeta se tirar lucros financeiros sem o devido equacionamento do desenvolvimento a sustentabilidade que interaja numa região sem ter que se tenha como retorno de saldo no mínimo a boa qualidade de vida. Senhores sejamos no minimo racional não valerá um desenvolvimento que mate a mãe natureza e não preciso dizer que matando a mãe natureza estamos também nos mantando e tão pouco não queremos andar ali nas bandas do Pecém no futuro com uns panos nas ventas no fucim como já estão andando os chineses lá em Tóquio.
Ver detalhes na foto abaixo do sofrimento desse povo:


  Nota:
1. A palavra "ENCARALHAREM" possivelmente não vai encontrar em dicionário respondendo aos amigos de Portugal que me contataram entendam como fazerem daquele meio ambiente de praia paradisíacas de 100% oxigênio num verdadeiro inferno de poluição preto de fumos saindo de chaminés sem freios e sem ordem e a palavra fucim é onde os chineses estão usando a máscara que chamei de pano.E a autoridade que tenho para dizer isso é primeiro de cidadão esclarecido e sou natural nascido na região.

2. A quem a pergunta se participo de movimento GREENPEACE a resposta é não só critico dos ecologistas e assim como de todas manisfestações que tenho visto e acompanhados os excessos no que os aconselho sempre a razão e o bom senso.
3. Abaixo deixo trecho transcrito que li do movimento do GREENPEACE que se alinha a esse artigo que escrevi e que divulgo aos amigos e se acharem conveniente repassem a frente também aos seus amigos. Acredito assim como Voltaire que o mundo tem sido construído com ideias que vão muitas vezes contra os interesses particulares que não somaram nada para nossa decendência, pois, destoam do bem comum e no que pese sobre o AQUECIMENTO GLOBAL é desafio das gerações logo a agora não podemos deixar para o depois.

Trecho  transcrito:
Podemos voltar atrás? Em determinado grau, não, pelo menos em curto prazo. Mas o custo do desenvolvimento feito de qualquer jeito é alto demais para as próximas gerações, e uma resposta deve ser dada imediatamente. Precisamos deixar essa capa que cobre a Terra mais fina – ou pelo menos mantê-la do jeito que ela está hoje.

Quanto mais tempo o homem demora em implantar as soluções, pior será o futuro – mais caro e muito mais difícil será lidar com as mudanças climáticas. É por isso que o Greenpeace trabalha para pressionar governos e empresas a deixarem o carvão e o petróleo de lado e investirem em fontes renováveis de energia, conservarem suas florestas, repensarem práticas agropecuárias e conservarem seus oceanos.

O sol, o vento, a água e a biomassa são as fontes mais promissoras de energia hoje. O mundo não precisa investir em mais usinas a carvão e deve investir em alternativas para os carros, aviões e navios que bebem petróleo a torto e a direito. O mundo precisa de uma matriz elétrica diversificada e reformar as usinas existentes, para que deixem de jogar dinheiro e energia fora e aproveitem tudo o que é produzido ali, sem desperdício.

As cidades precisam de sistemas de transporte inteligentes. Os governos precisam deixar as florestas em pé, para permitir que as árvores ajudem a regular o clima, e conservar os oceanos, outra importante “esponja” de dióxido de carbono.

O mundo precisa, acima de tudo, que as pessoas queiram fazer a mudança, do cidadão comum aos engravatados que dirigem países e empresas. O momento da ação é agora. Os próximos bilhões de habitantes da Terra agradecerão.


Soluções:
- Investir em uma política energética inteligente:
segundo estudo encomendado pelo Greenpeace, às novas fontes renováveis podem suprir metade da demanda mundial até 2050
- Incentivar o setor de novas energias: a indústria de geração e de eficiência energética tem capacidade de abrir 8 milhões de empregos no mundo até 2030

- Zerar o desmatamento no mundo: no mundo, a derrubada e a queimada das florestas tropicais jogam 5,1 bilhões de toneladas de carbono por ano na atmosfera; só no Brasil, o volume é de 1,26 bilhão de toneladas por ano.

- Conservar os oceanos: os mares absorvem CO2 da atmosfera, mas eles têm um limite. Destinar 40% dos oceanos para unidades de conservação ajuda a mantê-los saudáveis, de forma a cumprirem essa tarefa.


AGRADECIMENTO:
Esse publicação de  ontem 15/04/2014 e recebi uma grande quantidade de retorno de colegas, amigos e pessoas que foram compatilhados por esse e-mail parabenizando-me, outros pedindo esclarecimento e que pela repercussão fiz algumas correções e na oportunidade também especial agredeço aos colegas da Central de Sines em Portugal pela acolhida e convivência quando estive lá e que são especialistas no assunto geração de energia e que me perdoem se não aprendi toda a lição.  No que deixo o link da Central de Sines onde detalha mais a combustão de carvão em caldeiras de centrais de geração de energia elétrica a partir do carvão como fonte básica para quem se interesse mais aprender sobre o assunto.   


Deixo link:



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