quarta-feira, 9 de agosto de 2017

ANALISE E SITUAÇÕES DE USO DA ESTAÇÃO REDUTORA DE VAPOR.

CEI - CONSULTORIA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL/QSMA
ENGENHARIA CONSULTIVA

ANALISE E SITUAÇÕES DE USO DA ESTAÇÃO REDUTORA DE VAPOR.

Srs reduzir a pressão numa ESTAÇÃO DE VAPOR significa fazer com que um sistema de vapor possa trabalhar em níveis mais baixos de pressão do que aquele a que foi projetado A CALDEIRA.

O entendimento é que se obtém é de um aproveitamento maior do calor latente. Isso porque o “Status do vapor saturado” varia de acordo com a pressão empregada no processo industrial e a parcela calor que se utiliza nessas trocas térmicas é esse dito calor LATENTE.

ENTENDIMENTO DA FUNDAMENTAÇÃO TÉCNICA.

Há necessidade de se avaliar e entender mesmo o que é Vapor:
Se observarem o comportamento do vapor tido como a soma do calor sensível mais o calor latente.
Observa-se que o calor chamado sensível é o calor cedido a água para que ela entre em ebulição e quanto mais alta for PMTA da caldeira maior será a parcela de CALOR SENSÍVEL para a água vaporizar-se sendo na verdade quem é chamado vapor mesmo pelo fato de fazer a troca térmica em pressão e temperatura constante é o CALOR LATENTE.

E quando vamos tirar o melhor proveito disso com certeza nas pressões mais baixas onde o calor latente é maior do que o calor sensível porém são varias as variáveis a serem ponderadas para se projetar, construir, operar e dar manutenção num sistema de vapor.

BASTA QUE ENTENDA OLHANDO COM CALMA NA TABELA DE VAPOR SATURADO QUE A PROPORÇÃO QUE PRESSÃO CRESCE, O CALOR SENSÍVEL TAMBÉM CRESCE E O CALOR LATENTE DECRESCE.
NESSA AVALIAÇÃO FICA PATENTE QUE SE TEM AS MELHORES TAXAS DE TRANSFERENCIA DE CALOR EM SISTEMAS DE TROCA TERMICA QUANTO MAIS BAIXA FOR A PRESSÃO DO SISTEMA DE VAPOR.

Nas estações redutoras de pressão de vapor que o processo exigi a constante pressão de saída de vapor para o processo usa-se válvula pilotada que controla perfeitamente a pressão de saída, mesmo que ocorra variações na pressão de entrada da mesma existe processos industriais bem exigentes que requerer esse comportamento.

NESSE CASO PODE-SE EMPREGAR VÁLVULA REDUTORA DE PRESSÃO E MAIS ACESSÓRIOS QUE POSSAM ESTABILIZAR ESSA PRESSÃO REBAIXADA COM GANHO DE MAIOR TAXA DE CALOR LATENTE E MESMO NÃO DEIXAR ULTRAPASSAR O SET POINT DO PROCESSO QUE MUITAS SITUAÇÕES NÃO PODE ULTRAPASSAR DO PARAMETRO PROCESSO USANDO UMA PSV E ISSO TUDO ESSE CONJUNTO MONTADO É O QUE CHAMAMOS ESTAÇÃO REDUTORA DE PRESSÃO DE VAPOR.
QUANTO AO CUSTO DESSAS ESTAÇÕES REDUTORAS DE PRESSÃO PODEM VARIAR MUITO TANTO DE FABRICANTE PARA FABRICANTE QUE TERÁ PREÇOS DIFERENCIADOS QUE VAI DA APLICAÇÃO TÍPICA AS MAIS COMPLEXAS PELO QUE EXIJA SUA APLICAÇÃO.

Tenho insistido em dizer para meus colegas professores, profissionais e alunos que lidar com VAPOR hora usando dele sua ENERGIA DE PRESSÃO no caso nos segmentos de geração de energia e transporte além da ENERGIA CALORIFICA nas trocas térmicas que são mais utilizadas requer estudo dedicado das disciplinas de Princípios da Termodinâmica, Transmissão de calor, Fenômenos do Transporte, Mecânica dos Fluidos entre outras.

E a saída é estudar para dominar o assunto o VAPOR é uma forma de energia que vem ainda ao longos dos anos como pioneira mesmo antes da energia elétrica tem ocupado seu espaço e continua presente nos mais diversos processos industriais e não perdeu sua majestade.

Fortaleza CE, 09 de Agosto de 2017
Eng° José Vilmar Pinto de Sousa
Consultor SÊNIOR / ELETROMECÂNICA / QSMA
Engenheiro Mecânico
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Engenheiro de Controle e Automação Industrial
CREA 8365 Registro Nacional: 060460684-2
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