terça-feira, 13 de maio de 2014

SGR - Sistema de Gestão de Risco / Na Indústria Siderúrgica


SGR - Sistema de Gestão de Risco / Na Indústria Siderúrgica
A análise do Sistema de Gestão de Riscos (SGR) implementado pela empresa é o ponto de
partida para a inspeção de uma indústria siderúrgica. Alguns pontos básicos devem ser identificados

Na análise do SGR de uma empresa que devem ser observados:
• Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);
• Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO);
• Programa de Prevenção da Exposição Ocupacional ao Benzeno (PPEOB);
• Prevenção de grandes acidentes industriais;
• Identificação e controle de espaços confinados;
• Operação de pontes rolantes e máquinas de grande porte.

Riscos produzidos:
+ Riscos Químicos:
    Gases como CO, CO2, H2S, SO2, NH3 e H2 na Coqueria.
    Poeiras e fumos metálicos no alto forno.
    Presença do benzeno na coqueria.

+ Riscos Físicos:
   Calor e radiação não ionizante no alto forno
   Ruído gerado pelos sopradores ou pelo arco voltaico atingindo níveis acima de 105dB.
   Poeira de refratários proveniente da recuperação de panelas e conversores.
  
+ Riscos Ergonômicos:
   Posturas inadequadas para atividade

+ Riscos de Acidentes:
    Acidentes em transporte ferroviário e pontes rolantes.

A atividade de siderurgia inclui uma grande variedade de processos industriais. Observamos essa variação de processos quando comparamos empresas distintas ou mesmo quando analisamos uma única planta industrial, o que confere à siderurgia a característica de concentrar em espaços relativamente pequenos os mais diversos riscos ("hazards") químicos e físicos, onde será possível o benzeno na coqueria e temperaturas elevadas no alto forno; fatores ergonômicos na inadequação de postos de trabalho; e atividades associadas a risco de acidentes nos transporte ferroviário e utilização de ponte rolante. Alguns desses riscos estão presentes em todas as siderúrgicas, outros são encontrados apenas em algumas delas.
Citamos como exemplo o benzeno. Esse produto químico, que representa uma ameaça aos trabalhadores por ser cancerígeno, assume importância nas siderúrgicas integradas pois estas produzem grandes quantidades de benzeno durante a coqueificação do carvão que é utilizado nos altos-fornos. Esse risco inexiste nas siderúrgicas que utilizam forno a arco elétrico ou o carvão vegetal em substituição ao coque.

Nota:
No vídeo abaixo mostra a produção de aço a partir de conversor LD e esse texto publicado e informações de poluentes da produção aço são relatadas dos links.






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